Olá leitores!
A Editora Alt me enviou Os Domadores de Sombras, da autora R. M. Gray, para eu ler e resenhar para vocês. Minha experiência com essa leitura, porém, não foi das melhores… e olha, esse livro conseguiu me tirar do sério em vários momentos.
Então bora conhecer essa história e conversar sobre o que funcionou, o que não funcionou e, principalmente, por que Os Domadores de Sombras testou tanto a minha paciência durante a leitura.
Saga: Nightweaver
Volume: vol 01
Editora: Alt
Formato: Físico
Início: 16/05/2026
Término: 22/05/2026
Nº de páginas: 455
Status: abandonado
Personagem favorito: nenhum
Classificação: +16 (não oficial)
Gênero: Fantasia YA • Romantasia • Fantasia Sombria • Aventura
Tropes: Enemies to Lovers • Slow Burn • Romance Proibido • Morally Gray • Laços entre Irmãos • Intriga Política • Mistério de Assassinato
Gatilhos: Violência gráfica • Sangue e gore • Morte • Luto • Tortura • Decapitação e mutilação • Possessão • Suicídio
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Piratas do Caribe encontra Downton Abbey nessa romantasia eletrizante repleta de magia e vingança
Seiscentos anos depois de os notimantes, seres mágicos e implacáveis, expulsarem a humanidade de suas terras, Aster Oberon e sua família de piratas encontram refúgio no vasto oceano. Mas, quando um ataque a seu navio tira a vida de seu irmão e revela a existência de criaturas ainda mais aterradoras, tudo o que ela conhecia desmorona.
Forçada a abandonar o mar e enfrentar a vida no continente, Aster é salva por William Castor, um notimante com laços estreitos com o príncipe maligno do reino.
Desconfiada, a jovem rejeita sua ajuda, jurando nunca se esquecer do que ele representa. Porém, quanto mais tempo passa ao lado de Will, mais ela se vê atraída por sua bondade inesperada, mesmo sabendo que ele pertence ao mundo que ela aprendeu a odiar. À medida que Aster busca vingança pela morte de seu irmão, ela descobre que o verdadeiro inimigo pode ser muito mais mortal do que os notimantes, e os segredos que emergem desafiarão tudo o que ela acreditava sobre o próprio destino.
Domadores de sombras é o primeiro livro de uma série de romantasia repleta de magia elemental, romance proibido e reviravoltas de tirar o fôlego. Uma história eletrizante sobre uma heroína que descobre seu destino enquanto busca por vingança.
Por que cada vez que o vejo fica de repente mais difícil odiá-lo?
Quem eu sou não é definido por onde estou.
Essa história foi vendida como uma “história de piratas” e eu, que já estava sedenta por um livro com essa temática, tratei Os Domadores de Sombras como a última gota d’água no deserto.
E o início realmente se passa em alto-mar. Temos confrontos entre a tripulação da protagonista, que é composta por praticamente toda a família dela, que, aliás, é ENORME, e outras embarcações. Só que, depois de um desses confrontos, eles simplesmente são capturados, levados para terra firme e… deixam de ser piratas.
É isso. Temos uma história em alto-mar e sobre piratas durante os três primeiros capítulos. Depois, todo mundo se torna criado e passa a viver em terra firme.
Isso já me irritou um pouco, mas outra coisa que me deixou REVOLTADA com esse livro foi a falta de um glossário e de um mapa.
Logo no início, você é bombardeado com nomes de criaturas mágicas. A autora joga uma quantidade absurda de informações de uma única vez na sua cara e você que lute para entender do que se trata tudo aquilo. Sylks são isso, notimantes são aquilo, carniceiros, transmorfos e mais uma caralhada de seres mágicos… e o livro não tem UM GLOSSÁRIO com essas informações para você consultar ao longo da leitura.
E estamos falando de um livro “de piratas”. Cadê o mapa das ilhas, dos reinos, dos mares, de qualquer coisa? Também não temos. Você que lute novamente para se localizar nesse universo.
A família da protagonista é enorme e metade dela nem tem destaque na história. Em determinado momento, pessoas são DECAPITADAS e os personagens tratam a situação quase como se não fosse nada. Gente??? Um povo sonso, sem reação! Eu estava esperando o choque, o desespero, o caos… qualquer coisa!
Tudo nesse livro me irritou. São 443 páginas e eu só consegui, a muito custo, chegar até a página 242 antes de abandonar a leitura. Talvez eu volte algum dia, mas, sinceramente? Até onde li, achei a história fraca e, principalmente, confusa.
E comparar essa história com Piratas do Caribe é uma ofensa ao legado de Jack Sparrow. Qual é a semelhança? Os piratas que deixam de ser piratas e passam mais tempo em terra firme do que no mar? Pelo amor de Deus.
E sim, eu estava particularmente azeda quando li esse livro, então não leve tudo o que falei aqui para o coração. Tem curiosidade em conhecer a história? LEIA!!! Uma experiência de leitura é completamente pessoal e o que me fez querer arrancar os cabelos pode ser justamente o que vai funcionar para você.
Inclusive, eu pretendo voltar para essa série em algum momento. Três livros já foram publicados e eu tenho fé de que esse povo vai voltar para o mar em algum momento e finalmente fazer jus a todo esse hype de piratas que o BookTok tanto gosta de usar na hora de panfletar a história.
Essa foi a resenha vulgo desabafo de hoje, e vocês ja leram esse livro? Curtiram? Conta aqui nos comentários!
Um 💋 e um 🧀!
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